Bem, o que dizer?
Resolvi tirar férias de tudo e ainda está caindo a ficha de que as aulas começaram na segunda passada. Muitas mudanças, muitas coisas diferentes, e como sempre fico um pouco “estranho” com tantas movimentações. Ah, como gostaria de viver de maneira mais tranqüila, e porque não, simples.
Uma casinha em algum lugar do Brasil, perto de águas correntes, um emprego, nada demais, nada de menos. Só paz, ou pelo menos, um ambiente onde não exista tanta sobrecarga.
Como todos sabem do meu probleminha com comida, quero relatar que hoje faz uma semana que estou de dieta. Já emagreci 1kg e fiquei desapontado com isso, mas também minhas pretenções são pelo menos voltar a me alimentar dentro de uma faixa de calorias e quantidades mais leves, que não me deixem tão inchado como tava me sentindo.
As coisas andam tediosas, acho que tá na hora de eu começar a pensar seriamente em entrar pro próximo BBB.
Enquanto amadureço a idéia, vou me distraindo com a continuação do livro 2. Às vezes me pergunto porque escrevo esses livros… Tenho dois prontos. Não servem pra muita coisa. Mando pros amigos queridos versões virtuais aqui e ali, eu mesmo os releios vez ou outra, mas… Acabo sempre me perguntando “pra quê”.
“Pra quê” é uma pergunta que pode ser bastante perigosa se você começar a pensar nela nos diferentes aspectos da sua vida. É surpreendente como logo-logo você começa a ver que a idéia da casinha perto das águas não é tão absurda.
Afinal de contas, o que vale mais é sempre o amor, o companheirismo, as amizades, não é? O que se pode fazer de bom ou de produtivo. No fim das contas, a vida perde bastante o sentido quando as coisas ficam balançadas nesses setores.
Ano novo… Vida nova? Não sei. Só sei que estou doido pra ver a abertura das Olimpíadas na China. Esse é meu maior objetivo esse ano! Ficar todo arrepiado com músicas e coreografias, e depois acompanhar o meu amado Diego Hypolito pulando e dando viravoltas pra lá e pra cá, assim como o pessoal da ginástica.
Não é adorável todo aquele espetáculo de cores e sons? Amo aquilo, mais do que qualquer partida de futebol. Não me surpreende que se goste tanto de futebol… É um tipo de agressão socialmente aceitável. Não tem espada, não tem escudo, lança, leão faminto, nem pedras, mas não é que funciona pros marmanjos? E eles se abraçam emocionados e choram que nem bebê quando o time perde, e aí chegam em casa e ensinam pro filho que é coisa de viado abraçar homem.
Pior que isso só as propagandas na tv. Sou a favor da proibição de propaganda de bebida alcoólica, assim como acho que devia ser proibido vender bebida em posto de gasolina. E tem mais, se eu fosse artista eu podia sim me vender pra uma marca, mas me recusaria a fazer propaganda de cerveja, por exemplo. Ainda me surpreendo com como as pessoas são estúpidas nesse ponto.
Depois quando resolvo comentar minhas teorias, todo mundo acha ruim. Como o Gaspa falou hoje na tv, tem esse povo que ama dizer que querem sinceridade, mas quando ouvem as verdades saem correndo. Por exemplo de teoria posso dar meu pensamento de que toda eleição – de presidente a prefeito, todos os cargos políticos, incluindo de senhor senador - tinha que ser feita sempre em conjunto e a cada dois anos.
Aí meu cunhado revoltadinho argumentava que era “pouco” tempo pra mostrar efeito. Ah, e daí? Era justamente pra se a gente não gostasse, dar logo o pé na bunda da cafajestagem. E aí também entrava a “responsabilidade” do representante público de fazer seu trabalho mesmo com o risco de não ser ele a pessoa a concluir. Abaixo o orgulho!
Mas, como dizia o Marcelão lá em Pelotas, se o mundo fosse perfeito o Bis seria do tamanho da sua caixa.
Acho que nasci no século trocado. Até mesmo porque muitas das coisas que eu gostaria que existissem, ainda não existem, e estão longe. Minhas próprias teorias de saúde são tão abstratas que nem saberia como explicar elas pra adequar ao que se tem por aí de estudos.
E eu continuo por aqui. Ah, se eu tivesse uma chance, rs.
Lá, lá, lá!
p.s.: Atualizado “Ponto Zero” – http://ponto0.wordpress.com/.